Corações cativos, mentes cativas
Em um dos encontros de psicologia com meu querido amigo Christiano, professor do Estúdio Juvevê, conversamos sobre os tipo de gente, no melhor sentido para analisarmos a nós mesmos e o porquê das coisas nos acontecerem. Neste momento eu me defini como: a que sai de uma e entra noutra. Há sete anos eu saí de uma e entrei noutra. Hoje estou fora. Talvez se tivesse tido acesso ao teste que segue abaixo, as coisas tivessem sido diferente, ou talvez não. Por outro lado hoje talvez eu não estivesse a oportunidade de divulgar esses dois trabalhos magníficos e ajudar as pessoas a saírem de uma, as que saíram não entrarem em outra, e até melhor, nem entrarem.
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Para Refletir!Vera Lúcia Chmielewski - Navrattna Água Verde
Namastê amigos,
Lendo o livro “A cura de Shopenhauer” de Irvin D Yalom, estraí este pensamento para sua reflexão:
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A flor respondeu: - Bobo! Acha que abro minhas pétalas para que vejam?
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